Pois é, pessoal! Blog de cara nova, site voltando em produção... temos bastante trabalho para esse ano. Membros da comunidade ou até mesmo alguém que estava de passagem em uma comunidade do Orkut sobre RE deve ter visto nossos anúncios de recrutamento de novos moderadores para a comunidade.
Mas mesmo com esses anúncios, não atingimos o número de membros que precisamos para a equipe, e até perdemos alguns.
Então pra quem acompanha as postagens do Blog, estamos recrutando novos membros para a equipe. Se você tem experiência em moderação de comunidades do Orkut, administração de chats do msn (Msn groups), conhecimento em produção de sites e HTML (Web Design), conhecimento em informática e configurações de jogos para download, edição de videos para o Youtube ou edição de imagens usando programas, como o Photoshop, e, é claro, conhecimento na série, entre em contato conosco informando o seu interesse e em que área você é bom em atuação.
Você pode deixar um comentário nessa postagem mostrando o seu interesse em participar da equipe e deixar o seu e-mail para contato ou msn. Se você não tiver interesse, mas algum amigo seu pode ter, mostre essa postagem a ele. Mais detalhes serão informados nos e-mails.
Então é isso! Aproveitem e dêem uma visitinha no nosso site que já está em produção, o link está ao lado.
Fui!
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Artigo Especial: A história do Terror
Bom pessoal, esse artigo não foi escrito por mim, foi retirado de uma antiga revista minha que eu já havia postado na comunidade e achei interessante compartilhar com vocês do blog. Então para quem sempre teve a curiosidade de saber como surgiram os games de terror, nesse artigo você acompanha uma linha do tempo completa com todos os jogos que fizeram história.
Artigo Publicado na Revista Best Games Especial Nº 6, ano 2004.
Artigo Publicado na Revista Best Games Especial Nº 6, ano 2004.
TENHA MEDO, MUITO MEDO!
"Medo é a mais antiga e poderosa emoção da humanidade." As sábias palavras de H.P. Lovecraft,um dos maiores escritores de horror de todos os tempos, definem bem o quão presente o medo está na história do homem. Essa presença refletiu-se na arte, na música, na literatura e, mais recentemente, no cinema e nos quadrinhos. E,é claro, nos jogos eletrônicos.
Games de horror existem praticamente desde que o conceito de jogo eletrônico foi criado. Começando com títulos que eram apenas texto corrido, o gênero evoluiu com a tecnologia. Alguns títulos iniciaram grandes franquias que ainda estão presentes no mercado, como Castlevania (lançado em 1987 para o Nintendo) e outros causaram grande impacto, mas ficaram apenas na memória dos mais saudisistas, como Maniac Mansion (lançado para o Comodore 64 no mesmo ano). Era o medo começando a ocupar seu lugar no mercado.
SANGUE E TECNOLOGIA
Diante dos avanços dos computadores e videogames, os produtores puderam caprichar mais na produção e trazer histórias de maior complexidade, tanto no conteúdo quanto no visual. Assim, surgiram os primeiros games que levantaram a polêmica da violência gráfica dos jogos, como SplatterHouse (1990), para TurboGrafx 16, que trazia um visual perturbador e ousado, com muito sangue e violência. Grandes personagens do inema de horror, como os Aliens ou os Predadores, viraram estrelas de seus próprios games, transferindo o medo dos filmes para os jogos.
A questão do público-alvo dos jogos foi levantada. Se jogo "era coisa de criança", como as empresas podiam produzir esses títulos que eram impróprios para osmais novos? A coisa realmente "esquentou" com alguns games em especial, que foram motivo de muita controvérsia.
Games de horror existem praticamente desde que o conceito de jogo eletrônico foi criado. Começando com títulos que eram apenas texto corrido, o gênero evoluiu com a tecnologia. Alguns títulos iniciaram grandes franquias que ainda estão presentes no mercado, como Castlevania (lançado em 1987 para o Nintendo) e outros causaram grande impacto, mas ficaram apenas na memória dos mais saudisistas, como Maniac Mansion (lançado para o Comodore 64 no mesmo ano). Era o medo começando a ocupar seu lugar no mercado.
SANGUE E TECNOLOGIA
Diante dos avanços dos computadores e videogames, os produtores puderam caprichar mais na produção e trazer histórias de maior complexidade, tanto no conteúdo quanto no visual. Assim, surgiram os primeiros games que levantaram a polêmica da violência gráfica dos jogos, como SplatterHouse (1990), para TurboGrafx 16, que trazia um visual perturbador e ousado, com muito sangue e violência. Grandes personagens do inema de horror, como os Aliens ou os Predadores, viraram estrelas de seus próprios games, transferindo o medo dos filmes para os jogos.
A questão do público-alvo dos jogos foi levantada. Se jogo "era coisa de criança", como as empresas podiam produzir esses títulos que eram impróprios para osmais novos? A coisa realmente "esquentou" com alguns games em especial, que foram motivo de muita controvérsia.
OS DIVISORES DE ÁGUAS
De vez em quando é lançado um jogo que muda toda a história dos videogames, e o gênero de horror tem vários exemplos. Um deles é The 7th Guest (1993) para PC, que contava com atores filmados em estúdio, inseridos em cenários prodzidos pela mais avançada computação gráfica da época. Com uma história de mistério e assassinatos, o game ficou famoso por seus desafiadores quebra-cabeças.
A Sierra, conhecida por sua ousadia, lançou Gabriel Knight: Sins of the Fathers (1993), também para PC, que pegou os gamers de surpresa. Até então, nenhum jogo tinha tratado de assuntos tão maduros de um jeito tão perturbador. O investigador Gabriel Knight e sua secretária Grace se envolvem em uma complexa trama de assassinatos e rituais vodu e interagem com personagens dignos de um livro de Agatha Christie. Além de tudo, a dublagem de atores profissionais, como Tim Curry (do filme Congo), deu mais credibilidade ao título.
Uma das maiores polêmicas ainda estava por vir: Phantasmagoria, de 1995, para PC. Um conto de horror inspirado em Stephan King e Edgar Allan Poe (outros dois dos maiores escritores de horror de todos os tempos), Phantasmagoria elevou a violência gráfica a um nível de realismo nunca visto antes. Com atores reais, os 7 CDs do jogo mostravam tortura, alusão á drogas e até uma cena de estupro, fatos que impediram o seu lançamento em várias lojas do mundo.
A Sierra, conhecida por sua ousadia, lançou Gabriel Knight: Sins of the Fathers (1993), também para PC, que pegou os gamers de surpresa. Até então, nenhum jogo tinha tratado de assuntos tão maduros de um jeito tão perturbador. O investigador Gabriel Knight e sua secretária Grace se envolvem em uma complexa trama de assassinatos e rituais vodu e interagem com personagens dignos de um livro de Agatha Christie. Além de tudo, a dublagem de atores profissionais, como Tim Curry (do filme Congo), deu mais credibilidade ao título.
Uma das maiores polêmicas ainda estava por vir: Phantasmagoria, de 1995, para PC. Um conto de horror inspirado em Stephan King e Edgar Allan Poe (outros dois dos maiores escritores de horror de todos os tempos), Phantasmagoria elevou a violência gráfica a um nível de realismo nunca visto antes. Com atores reais, os 7 CDs do jogo mostravam tortura, alusão á drogas e até uma cena de estupro, fatos que impediram o seu lançamento em várias lojas do mundo.
O INÍCIO DE UM GÊNERO
Enquanto esses games mudaram a visão das pessoas em relação aos jogos de horror, um título iniciou a mudança do próprio gênero. Alone in the Dark, lançado em 1992 para PC, trouxe uma nova forma de jogabilidade, que misturava os ângulos de câmera cinematográficos dos jogos aponte-e-clique com a navegação 3D dos mais modernos títulos da época. O sucesso foi tanto que três continuações foram feitas.
Mesmo que Alone tenha introduzido a idéia, foi em 1996 que a Capcom e seu Resident Evil, para o Play Station, levaram a fórmula á perfeição e inauguraram o gênero que ficaria conhecido como Survivor-Horror.
Com gráficos belíssimos e tensão crescente, o jogo acompanhava as aventuras de Jill e Chris, integrantes do grupo de elite S.T.A.R.S., que são enviados para investigar um problema na floresta que cerca a cidade Raccoon City. Lá, são atacados por bizarras criaturas e se vêem obrigados a fugir para uma mansão, na qual descobrirão a fonte dos problemas: a maléfica corporação Umbrella e seus experimentos biológicos.
O GRANDE CLÁSSICO
Com o estrondoso sucesso, era uma questão de tempo até a Capcom lançar uma seqüência, que saiu no ano seguinte. Resident Evil 2 é tipo por muitos fãs da série como o melhor de todos. Leon S. Kennedy e Claire Redfield (irmã de Chris, do primeiro game) vão até a cidade de Raccoon City e encontram um local desolado e destruído, onde os habitantes sofreram mutações causadas pelo famigerado T-Virus. Um dos grandes destaques, além do enredo mais emocionante, foi a qualidade dos vídeos que contavam a história. Desde a abertura (uma impressionante seqüência de suspense) até o final verdadeiro (que só poderia ser visto ao acabar o jogo pela segunda vez), o jogo dava um verdadeiro show de técnica e arte.
Mesmo que Alone tenha introduzido a idéia, foi em 1996 que a Capcom e seu Resident Evil, para o Play Station, levaram a fórmula á perfeição e inauguraram o gênero que ficaria conhecido como Survivor-Horror.
Com gráficos belíssimos e tensão crescente, o jogo acompanhava as aventuras de Jill e Chris, integrantes do grupo de elite S.T.A.R.S., que são enviados para investigar um problema na floresta que cerca a cidade Raccoon City. Lá, são atacados por bizarras criaturas e se vêem obrigados a fugir para uma mansão, na qual descobrirão a fonte dos problemas: a maléfica corporação Umbrella e seus experimentos biológicos.
O GRANDE CLÁSSICO
Com o estrondoso sucesso, era uma questão de tempo até a Capcom lançar uma seqüência, que saiu no ano seguinte. Resident Evil 2 é tipo por muitos fãs da série como o melhor de todos. Leon S. Kennedy e Claire Redfield (irmã de Chris, do primeiro game) vão até a cidade de Raccoon City e encontram um local desolado e destruído, onde os habitantes sofreram mutações causadas pelo famigerado T-Virus. Um dos grandes destaques, além do enredo mais emocionante, foi a qualidade dos vídeos que contavam a história. Desde a abertura (uma impressionante seqüência de suspense) até o final verdadeiro (que só poderia ser visto ao acabar o jogo pela segunda vez), o jogo dava um verdadeiro show de técnica e arte.
E DÁ-LHE SEQÜÊNCIAS
A terceira parte da série, Resident Evil 3: Nemesis,de 1999, também foi um grande sucesso, graças, especialmente, a Nemesis, uma criatura cruel e implacável, cujo único objetivo é caçar e destruir cada um dos membros do grupo S.T.A.R.S. Resident Evil Code: Veronica (2000), para o Dreamcast, foi o primeiro da série totalmente em 3D, o que permitia maior liberdade com a câmera. Um Remake do primeiro jogo foi lançado para o GameCube, em 2002, trazendo gráficos foto-realistas e muitas outras surpresas. Resident Evil Zero, que saiu no mesmo ano também para o GC, trouxe a história que precedia os acontecimentos do primeiro. Resident Evil: Outbreak, do PlayStation 2, trazia jogatina online ao universo dos zumbis. As versões antigas ganharam conversões para diversas plataformas e a Capcom começou a esgotar a própria fórmula de sucesso.
AS MUDANÇAS
Depois do lançamento do primeiro RE, a Konami colocou no mercado, em 1999, um jogo menos grandioso, em termos de produção, mas que elevava o nível de medo ás alturas; Silent Hill, para o PlayStation. Provocando a imaginação de quem jogava em vez de mostrar tudo como nos jogos da Capcom, o game conseguiu causar a maior sensação de medo experimentada em um jogo em 3D até a época. Usada, inicialmente, como um truque para driblar o baixo poder de processamento do PlayStation, a neblina virou um símbolo da série.
Sua seqüência, de 2001, lançada para PS2, Xbox e PC, trouxe complicados temas e muitas influências da psicanálise para incrementar um conto perturbador de negação e autodescoberta. Seus belíssimos gráficos mostravam o poder das plataformas da nova geração. Silent Hill 3, para PS2 e PC, deu continuação ao legado de horror em 2003 e a quarta parte da saga, chamada The Room (2004), para PS2, Xbox e PC, chocou ainda mais os fãs.
AS MUDANÇAS
Depois do lançamento do primeiro RE, a Konami colocou no mercado, em 1999, um jogo menos grandioso, em termos de produção, mas que elevava o nível de medo ás alturas; Silent Hill, para o PlayStation. Provocando a imaginação de quem jogava em vez de mostrar tudo como nos jogos da Capcom, o game conseguiu causar a maior sensação de medo experimentada em um jogo em 3D até a época. Usada, inicialmente, como um truque para driblar o baixo poder de processamento do PlayStation, a neblina virou um símbolo da série.
Sua seqüência, de 2001, lançada para PS2, Xbox e PC, trouxe complicados temas e muitas influências da psicanálise para incrementar um conto perturbador de negação e autodescoberta. Seus belíssimos gráficos mostravam o poder das plataformas da nova geração. Silent Hill 3, para PS2 e PC, deu continuação ao legado de horror em 2003 e a quarta parte da saga, chamada The Room (2004), para PS2, Xbox e PC, chocou ainda mais os fãs.
AS INFLUÊNCIAS DO HORROR JAPONÊS
Outra grande série de horror chama-se Fatal Frame. O primeiro game, lançado em 2002 para PS2 e xbox, trazia um inusitado sistema de combate: você enfrentava as aparições que assombravam a protagonista usando uma antiga máquina fotográfica, que tem o poder de exorcizá-los. Com diversas influências do horror japonês (que foi ressucitado pelo filme Ringu, mais conhecido por seu remake americano, O Chamado), o game tinha rituais antigos, assombrações e muita tensão, características que fazem dele um dos jogos mais assustadores de todos os tempos. Para completar, o game foi inspirado em fatos reais!
A continuação, Fatal frame 2: Crimson Butterfly, já no PS2 e Xbox, fez bastante sucesso. Com um sistema de combate mais profundo (ainda usando a câmera), muito mais áreas para explorar (já que se passa dentro de um vilarejo, enquanto o primeiro se passa dentro de uma mansão) e uma nova hisória, ainda mais perturbadora, o jogo firmou a série no mercado e provou que veio para ficar.
VÁRIAS FORMAS DE SENTIR MEDO
Mesmo que Resident Evil, Silent Hill e Fatal Frame sejam as séries de maior destaque da atualidade dentro do gênero, muitos outros fizeram história. Parasite Eve (PSone), Clock Tower (PSone), Shadow Man (PC, N64 e DC), The Thing (PC,PS2 e Xbox), The Suffering (PS2, Xbox e PC), Eternal Darkness (GC) e tantos outros fazem parte da imaginação dos jogadores de já deixaram muita gente sem dormir. Com o avanço da tecnologia, as possibilidades aumentam e a criatividade rola solta. As promessas para o futuro são, então, gigantescas.
A continuação, Fatal frame 2: Crimson Butterfly, já no PS2 e Xbox, fez bastante sucesso. Com um sistema de combate mais profundo (ainda usando a câmera), muito mais áreas para explorar (já que se passa dentro de um vilarejo, enquanto o primeiro se passa dentro de uma mansão) e uma nova hisória, ainda mais perturbadora, o jogo firmou a série no mercado e provou que veio para ficar.
VÁRIAS FORMAS DE SENTIR MEDO
Mesmo que Resident Evil, Silent Hill e Fatal Frame sejam as séries de maior destaque da atualidade dentro do gênero, muitos outros fizeram história. Parasite Eve (PSone), Clock Tower (PSone), Shadow Man (PC, N64 e DC), The Thing (PC,PS2 e Xbox), The Suffering (PS2, Xbox e PC), Eternal Darkness (GC) e tantos outros fazem parte da imaginação dos jogadores de já deixaram muita gente sem dormir. Com o avanço da tecnologia, as possibilidades aumentam e a criatividade rola solta. As promessas para o futuro são, então, gigantescas.
O FUTURO DO HORROR
Não são muitos os jogos de terror que estão no horizonte, mas os que estão são, sem dúvida, impressionantes. Resident Evil 4 (PS2, GC e PC) é um deles. A história do jogo se passa seis anos após os acontecimentos de Resident Evil 2. Leon S. kennedy partiu para uma vida nova, fazendo treinamento para virar guarda-costas da filha do presidente, ashley. Porém, a menina é capturada e Leon rastreia os seqüestradores até um vilarejo na Espanha. Lá, encontra camponeses enlouquecidos, monges sombrios e muitos outros elementos de um grande mistério.
Depois de Silent Hill 4, a Konami começou outro episódio, que será lançado apenas para a próxima geração de consoles. Ou seja, no PlayStation 3 e no Xbox 360. É até difícil imaginar como será o game. Jogos "menores" como Mortifilia (PS2 e Xbox) e Siren 2 (PS2) prometem acalmar os ânimos enquanto os grandes títulos não são lançados. Mas podemos ficar tranqüilos. Ou não (afinal, motivos para ficar sem dormir não faltarão).
Depois de Silent Hill 4, a Konami começou outro episódio, que será lançado apenas para a próxima geração de consoles. Ou seja, no PlayStation 3 e no Xbox 360. É até difícil imaginar como será o game. Jogos "menores" como Mortifilia (PS2 e Xbox) e Siren 2 (PS2) prometem acalmar os ânimos enquanto os grandes títulos não são lançados. Mas podemos ficar tranqüilos. Ou não (afinal, motivos para ficar sem dormir não faltarão).
sábado, 7 de maio de 2011
RE6: esse jogo sai ou não sai?
Pois é, caros amigos. A pergunta que todos os fãs de Resident Evil se fazem todos os dias: quando será o lançamento de RE6? Eles o anunciaram pelo menos?
Então para todos que estão aí se fazendo a mesma pergunta, vamos exclarecer tudo a respeito de RE6 nesse post.
Nada foi anunciado oficialmente sobre Resident Evil 6, mas tudo leva a crer que ele está em produção. Digo isso pelos fatos. Em uma entrevista a uma revista que não me recordo agora, Masachika Kawata não revelou nenhum detalhe sobre o game, porém ironizou de que não sabia nada sobre RE6 quando este foi citado, e os funcionários da Capcom riram. Logo em outra entrevista, ele citou que o game seria "totalmente diferente", porém não explicou em quais aspectos exatamente.
Mas e aquele boato de 2009 que RE6 seria no Brasil? Dou quatro letras pra você: Fake.
Não foi um anúncio oficial da Capcom, foi só um boato inventado por um site qualquer. Porém esse boato ainda vem rodeado de dúvidas até hoje, então pra quem ainda acredita que RE6 será no Brasil, isso não é verdade.
E enfatizando o que foi escrito anteriormente, tudo leva a crer que Resident Evil 6 está sendo produzido, porém nada foi anunciado oficialmente ainda. Provavelmente só iremos ouvir falar dele lá pro meio de 2012. Com tantos tútulos sendo produzidos, eles nem sequer deram mais informações sobre RE Damnation, quanto mais de RE6.
Outro tópico que vem cheio de dúvidas é: quem será o protagonista de RE6 e qual será sua trama? Issó só iremos saber quando for anunciado. Então, caros amigos, nos comentários dessa postagem, poste sua opinião: quem você acha que será o novo protagonista de Resident Evil 6 e em torno de que será sua trama? Compartilhe conosco suas expectativas e seu ponto de vista sobre a série.
Então hoje termino aqui! Não se esqueça de participar da nossa comunidade no Orkut e inscrever-se no nosso Canal no Youtube, todos os links estão aqui do lado! >>>>
Até mais!
Então para todos que estão aí se fazendo a mesma pergunta, vamos exclarecer tudo a respeito de RE6 nesse post.
Nada foi anunciado oficialmente sobre Resident Evil 6, mas tudo leva a crer que ele está em produção. Digo isso pelos fatos. Em uma entrevista a uma revista que não me recordo agora, Masachika Kawata não revelou nenhum detalhe sobre o game, porém ironizou de que não sabia nada sobre RE6 quando este foi citado, e os funcionários da Capcom riram. Logo em outra entrevista, ele citou que o game seria "totalmente diferente", porém não explicou em quais aspectos exatamente.
Mas e aquele boato de 2009 que RE6 seria no Brasil? Dou quatro letras pra você: Fake.
Não foi um anúncio oficial da Capcom, foi só um boato inventado por um site qualquer. Porém esse boato ainda vem rodeado de dúvidas até hoje, então pra quem ainda acredita que RE6 será no Brasil, isso não é verdade.
E enfatizando o que foi escrito anteriormente, tudo leva a crer que Resident Evil 6 está sendo produzido, porém nada foi anunciado oficialmente ainda. Provavelmente só iremos ouvir falar dele lá pro meio de 2012. Com tantos tútulos sendo produzidos, eles nem sequer deram mais informações sobre RE Damnation, quanto mais de RE6.
Outro tópico que vem cheio de dúvidas é: quem será o protagonista de RE6 e qual será sua trama? Issó só iremos saber quando for anunciado. Então, caros amigos, nos comentários dessa postagem, poste sua opinião: quem você acha que será o novo protagonista de Resident Evil 6 e em torno de que será sua trama? Compartilhe conosco suas expectativas e seu ponto de vista sobre a série.
Então hoje termino aqui! Não se esqueça de participar da nossa comunidade no Orkut e inscrever-se no nosso Canal no Youtube, todos os links estão aqui do lado! >>>>
Até mais!
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Campanha #PrecoJusto
Depois de um certo tempo sem postar nada, aqui estou eu de novo, e trazendo um assunto do interesse não só dos fãs de RE, mas fãs de games em geral e também quem não é fã de nada.
Estou falando de uma nova campanha divulgada a pouco tempo chamada #PrecoJusto.
A campanha começou sendo mobilizada no canal do Felipe Neto no Youtube através de um video postado pelo mesmo. A campanha tem como objetivo fazer com que o governo liquide os impostos, ou pelo menos diminua, que são inseridos nos preços de produtos importados.
Como vocês mesmos poderão assistir no video, Felipe cita diversos exemplos dos abusivos impostos que o governo adiciona nos produtos importados. Eu mesma posso citar um exemplo que aconteceu comigo.
Comprei uma Action Figure do Chris Redfield da Neca Toys. No site Amazon, a figura custa cerca de R$40,00 (já convertido de Dólar pra Real), a mesma figura de ação em uma loja em Campinas custa R$90,00, dando até pra encontrar por aí por R$100,00.
Então todo mundo que acompanha as postagens do Blog, membros da comunidade e do chat, vamos participar dessa campanha. Não é nada difícil, você só precisa dedicar um minutinho do seu tempo a entrar no site www.precojustoja.com.br, deixar o seu nome, e-mail e CPF. Precisamos de 1.000.000 (um milhão) de assinaturas, portanto também divulgue essa campanha no seu Blog, site ou Twitter que seja, o importante é colaborar.
Confira o video abaixo, só antes aviso que se você for intolerante a palavrões não assista, apenas entre no site e assine.
Estou falando de uma nova campanha divulgada a pouco tempo chamada #PrecoJusto.
A campanha começou sendo mobilizada no canal do Felipe Neto no Youtube através de um video postado pelo mesmo. A campanha tem como objetivo fazer com que o governo liquide os impostos, ou pelo menos diminua, que são inseridos nos preços de produtos importados.
Como vocês mesmos poderão assistir no video, Felipe cita diversos exemplos dos abusivos impostos que o governo adiciona nos produtos importados. Eu mesma posso citar um exemplo que aconteceu comigo.
Comprei uma Action Figure do Chris Redfield da Neca Toys. No site Amazon, a figura custa cerca de R$40,00 (já convertido de Dólar pra Real), a mesma figura de ação em uma loja em Campinas custa R$90,00, dando até pra encontrar por aí por R$100,00.
Então todo mundo que acompanha as postagens do Blog, membros da comunidade e do chat, vamos participar dessa campanha. Não é nada difícil, você só precisa dedicar um minutinho do seu tempo a entrar no site www.precojustoja.com.br, deixar o seu nome, e-mail e CPF. Precisamos de 1.000.000 (um milhão) de assinaturas, portanto também divulgue essa campanha no seu Blog, site ou Twitter que seja, o importante é colaborar.
Confira o video abaixo, só antes aviso que se você for intolerante a palavrões não assista, apenas entre no site e assine.
domingo, 10 de abril de 2011
Mande suas sugestões para o Blog
E aí pessoal, aqui é a Claire de novo o/.
Como vocês devem ter percebido, estou a mais ou menos um mês sem postar nada no Blog. Acontece que estou meio sem tempo... tá bom, vou falar a verdade: não sei o que postar no blog! D=
Por isso venho aqui pedir para vocês mandarem suas sugestões para nós através dos comentários dessa postagem ou através da nossa comunidade do Orkut por esse tópico. Sintam-se totalmente a vontade para mandar suas sugestões. ;)
Então me despeço aqui, e até o próximo post!
Como vocês devem ter percebido, estou a mais ou menos um mês sem postar nada no Blog. Acontece que estou meio sem tempo... tá bom, vou falar a verdade: não sei o que postar no blog! D=
Por isso venho aqui pedir para vocês mandarem suas sugestões para nós através dos comentários dessa postagem ou através da nossa comunidade do Orkut por esse tópico. Sintam-se totalmente a vontade para mandar suas sugestões. ;)
Então me despeço aqui, e até o próximo post!
quinta-feira, 24 de março de 2011
Resident Evil completa 15 anos
E aí pessoal! Sou eu de novo! =D
No dia 22 de março de 2011, a série Biohazard, no ocidente conhecida como Resident Evil completou suas primeiras bodas de cristal, seus primeiros 15 aninhos. E, é claro, nós da Resident Evil Channel não poderíamos deixar de dar a nossa homenagem a nossa tão querida e inspiradora saga dos videogames.
Abaixo, vocês verão uma retrospectiva na série principal dos games:
Era o ano de 1996, quando, inspirando-se no game Sweet Home do NES, Shinji Mikami criou o primeiro Resident Evil. Aquela imagem marcante do primeiro zumbi da série jamais sairá da cabeça dos fãs. Contando com atores reais nas CGs e um enredo fantástico, seu extrondoso sucesso fez com que o game vendesse milhões de cópias.

Seu grande sucesso fez com que rendesse uma segunda parte, entitulada de Resident Evil 2. O game trazia uma continuação genial para o primeiro game, com novos inimigos, personagens e um novo cenário para explorar: a pacata Raccoon City. O game foi e ainda é considerado por muitos como o melhor de todos.
Continuando com as sequências, a Capcom lançou a terceira parte, que foi intitulada de Resident Evil 3: Nemesis. Continuando em Raccoon City, o game contava com um novo vilão que mudou a história dos videogames: Nemesis. Quem ainda não fica um pouco tenso quando ouve o seu tão famoso "Staaarrss". A série progrediu tanto que ela foi a responsável pela criação de um gênero para jogos eletrônicos conhecida como Survival Horror.
Faltando uma continuação para a história de RE2, no ano 2000 foi lançado para o Sega Dreamcast o saudoso Resident Evil Code: Veronica. O game trazia uma jogabilidade totalmente em 3D, podendo interagir entre Gameplay e Cutscene. O game, também, foi lançado para o Playstation 2, intitulado Code: Veronica X. Simplesmente fantástico tudo nesse jogo, e para mim é um dos melhores.

No ano de 2002, foi lançado para o Nintendo Game Cube um Remake do primeiro game. Gráficos realistas, novos inimigos, mais files, mais lugares pra explorar, simplesmente maravilhoso. Recentemente, em 2008, o jogo foi relançado para o Nintendo Wii, em uma linha entitulada Archives junto com o próximo RE que irei falar.
Acompanhando o lançamento do Remake, anunciaram mais um lançamento em 2002, entitulando-o de Resident Evil Zero. A história do game se passava antes dos acontecimentos do primeiro game. Com gráficos perfeitos e uma nova jogabilidade de interação entre os personagens, o game foi um grande sucesso que é adorado por milhares de fãs.
Tudo estava as mil maravilhas, até que chega 2004, quando o tão polêmico Resident Evil 4 é lançado para o Nintendo Game Cube. Trazia gráficos ótimos e uma jogabilidade em terceira pessoa diferente da dos clássicos, porém a mudança radical que ocorreu na série fez com que não agradasse aos fãs. Em 2005, uma versão do game foi lançada para o Playstation 2, o que levou a saída de Mikami da Capcom.
Após o lançamento do Nintendo Wii, a Capcom trouxe mais sequências, mesmo após a saída de Mikami. Foi então que em 2007, a Capcom lançou um novo título chamado Resident Evil The Umbrella Chronicles. O jogo era basicamente um resumo dos 4 primeiros jogos pela cronologia (do Zero ao 3), narrando desde o princípio até a queda da Umbrella. O jogo também trazia cenários extras que não foram revelados nos clássicos. Trazia, também, uma nova jogabilidade para a série, chamada de Rail Shooter, que era perfeita para o Wii Remote.
Mas a saga "Chronicles" não parou por aí. No finalzinho de 2009 foi lançado Resident Evil The Darkside Chronicles. O game, dessa vez, era um resumo de RE2 e Code: Veronica, contados pela visão de Leon, já que seu antecessor era contado a partir da visão de Wesker. O game contava, também, com um cenário extra, chamado Operation Javier, que narrava uma missão de Leon e seu até então parceiro, Krauser, em uma vila na América do Sul. Continuando com a jogabilidade Rail Shooter, o game inovou o console do Wii, tendo, então, um dos melhores gráficos já vistos para o console.
E o último lançamento da série, entitulado Resident Evil 5, trazia a mesma jogabilidade de RE4, em um novo cenário, porém com os personagens clássicos e o possível desfecho da história. Pela semelhança com RE4, o game trouxe novamente a polêmica de desfidelidade com a série, sendo acusado até de racismo pela mídia sensacionalista. Mas isso não impediu que o game se tornasse um grande sucesso e vendesse milhões de cópias.
Atualmente a série tem vários novos títulos em produção, que estaremos falando um pouco sobre cada um deles no decorrer das postagens. Sem contar nos outros títulos lançados anteriormente, como a série Survivor e Outbreak. Sem dúvida, Resident Evil é uma das melhores franquias da história dos videogames, e todos nós fãs esperamos que esses 15 anos sejam apenas o começo de uma grande saga. Já dizia Leon no clássico RE2: "This is just the beginning."
No dia 22 de março de 2011, a série Biohazard, no ocidente conhecida como Resident Evil completou suas primeiras bodas de cristal, seus primeiros 15 aninhos. E, é claro, nós da Resident Evil Channel não poderíamos deixar de dar a nossa homenagem a nossa tão querida e inspiradora saga dos videogames.
Abaixo, vocês verão uma retrospectiva na série principal dos games:
Era o ano de 1996, quando, inspirando-se no game Sweet Home do NES, Shinji Mikami criou o primeiro Resident Evil. Aquela imagem marcante do primeiro zumbi da série jamais sairá da cabeça dos fãs. Contando com atores reais nas CGs e um enredo fantástico, seu extrondoso sucesso fez com que o game vendesse milhões de cópias.

Seu grande sucesso fez com que rendesse uma segunda parte, entitulada de Resident Evil 2. O game trazia uma continuação genial para o primeiro game, com novos inimigos, personagens e um novo cenário para explorar: a pacata Raccoon City. O game foi e ainda é considerado por muitos como o melhor de todos.
Continuando com as sequências, a Capcom lançou a terceira parte, que foi intitulada de Resident Evil 3: Nemesis. Continuando em Raccoon City, o game contava com um novo vilão que mudou a história dos videogames: Nemesis. Quem ainda não fica um pouco tenso quando ouve o seu tão famoso "Staaarrss". A série progrediu tanto que ela foi a responsável pela criação de um gênero para jogos eletrônicos conhecida como Survival Horror.
Faltando uma continuação para a história de RE2, no ano 2000 foi lançado para o Sega Dreamcast o saudoso Resident Evil Code: Veronica. O game trazia uma jogabilidade totalmente em 3D, podendo interagir entre Gameplay e Cutscene. O game, também, foi lançado para o Playstation 2, intitulado Code: Veronica X. Simplesmente fantástico tudo nesse jogo, e para mim é um dos melhores.
No ano de 2002, foi lançado para o Nintendo Game Cube um Remake do primeiro game. Gráficos realistas, novos inimigos, mais files, mais lugares pra explorar, simplesmente maravilhoso. Recentemente, em 2008, o jogo foi relançado para o Nintendo Wii, em uma linha entitulada Archives junto com o próximo RE que irei falar.
Acompanhando o lançamento do Remake, anunciaram mais um lançamento em 2002, entitulando-o de Resident Evil Zero. A história do game se passava antes dos acontecimentos do primeiro game. Com gráficos perfeitos e uma nova jogabilidade de interação entre os personagens, o game foi um grande sucesso que é adorado por milhares de fãs.
Tudo estava as mil maravilhas, até que chega 2004, quando o tão polêmico Resident Evil 4 é lançado para o Nintendo Game Cube. Trazia gráficos ótimos e uma jogabilidade em terceira pessoa diferente da dos clássicos, porém a mudança radical que ocorreu na série fez com que não agradasse aos fãs. Em 2005, uma versão do game foi lançada para o Playstation 2, o que levou a saída de Mikami da Capcom.
Após o lançamento do Nintendo Wii, a Capcom trouxe mais sequências, mesmo após a saída de Mikami. Foi então que em 2007, a Capcom lançou um novo título chamado Resident Evil The Umbrella Chronicles. O jogo era basicamente um resumo dos 4 primeiros jogos pela cronologia (do Zero ao 3), narrando desde o princípio até a queda da Umbrella. O jogo também trazia cenários extras que não foram revelados nos clássicos. Trazia, também, uma nova jogabilidade para a série, chamada de Rail Shooter, que era perfeita para o Wii Remote.Mas a saga "Chronicles" não parou por aí. No finalzinho de 2009 foi lançado Resident Evil The Darkside Chronicles. O game, dessa vez, era um resumo de RE2 e Code: Veronica, contados pela visão de Leon, já que seu antecessor era contado a partir da visão de Wesker. O game contava, também, com um cenário extra, chamado Operation Javier, que narrava uma missão de Leon e seu até então parceiro, Krauser, em uma vila na América do Sul. Continuando com a jogabilidade Rail Shooter, o game inovou o console do Wii, tendo, então, um dos melhores gráficos já vistos para o console.
E o último lançamento da série, entitulado Resident Evil 5, trazia a mesma jogabilidade de RE4, em um novo cenário, porém com os personagens clássicos e o possível desfecho da história. Pela semelhança com RE4, o game trouxe novamente a polêmica de desfidelidade com a série, sendo acusado até de racismo pela mídia sensacionalista. Mas isso não impediu que o game se tornasse um grande sucesso e vendesse milhões de cópias.
Atualmente a série tem vários novos títulos em produção, que estaremos falando um pouco sobre cada um deles no decorrer das postagens. Sem contar nos outros títulos lançados anteriormente, como a série Survivor e Outbreak. Sem dúvida, Resident Evil é uma das melhores franquias da história dos videogames, e todos nós fãs esperamos que esses 15 anos sejam apenas o começo de uma grande saga. Já dizia Leon no clássico RE2: "This is just the beginning."segunda-feira, 21 de março de 2011
O que aconteceu com Resident Evil?
Olá pessoal, aqui é a Claire Thousand's novamente. =)
Um aviso rápido: normalmente você saberão que sou eu nas postagens pois eu posto em itálico, caso estiver com outra letra não sou eu, capiche?
Bom, hoje estou aqui para falar sobre um assunto que vem rodeado de polêmica desde daquele 11 de Janeiro de 2005 tão remoto que gerou uma total transformação na série. Afinal, o que aconteceu com Resident Evil?
Tudo começou em 1996, quando o primeiro game da série foi lançado. Ninguém esperava todo o sucesso que ela fez, que até então rendeu vários sucessores e vendeu milhões de cópias. Porém toda essa essência de sucesso acabou em 2004, pelo menos para os fãs antigos da série. Toda aquela essência magnífica que havia em Resident Evil simplesmente desapareceu. Infelizmente para a Capcom, os milhões que eles ganhavam com os REs antigos não era o suficiente. Eles queriam mais, algo que inovasse toda a série. E foi num ápice de "inovação" e nervosismo de perder o emprego que Shinji Mikami, criador de Resident Evil, criou Resident Evil 4. Totalmente inovador em jogabilidade, inimigos e estratégias de jogo. Vendeu muito mais do que os clássicos poderiam chegar. Mas aí vem a questão: toda essa inovação agradou os fãs?
Não! Não agradou nem um pouco aos fãs antigos. A "inovação" foi tanta que toda aquela essência do Survival Horror que fez todo aquele sucesso no passado sumiu.
RE4 trouxe um enredo totalmente diferente e um estilo novo, que eu costumo chamar de "clichê". Mas antes que me julguem dizendo que eu sou anti-RE4, quero dizer que estou apenas argumentando a respeito das mudanças que ocorreram na série.
Junto com RE4, obviomente vieram novos fãs, que gostaram do estilo inovador. Infelizmente o número desses novos fãs ficou maior do que os antigos, e eles acabaram se tornando, digamos, "fãs definitivos" da série. Nunca se perguntou por que seus sucessores estão tendo o mesmo "estilo inovador"?
Depois de anos de reclamações dos fãs antigos e da saída de Mikami da Capcom, a Capcom resolveu que, agora, os jogos terão esse "estilo inovador" em todos os seus sucessores, chegando até a falar que toda a série seria recomeçada. Temos novos títulos sendo produzidos, e pelo o que foi divulgado até então, não dá para prejulgar o que está por vir. Não vou dizer que essa decisão agradou ou decepcionou os fãs, porque ainda tem muito caminho pela frente. Mas de uma coisa temos certeza: Resident Evil nunca mais será o mesmo.
Sintam-se a vontade para deixar sua opinião nos comentários dessa postagem. =)
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Tudo começou em 1996, quando o primeiro game da série foi lançado. Ninguém esperava todo o sucesso que ela fez, que até então rendeu vários sucessores e vendeu milhões de cópias. Porém toda essa essência de sucesso acabou em 2004, pelo menos para os fãs antigos da série. Toda aquela essência magnífica que havia em Resident Evil simplesmente desapareceu. Infelizmente para a Capcom, os milhões que eles ganhavam com os REs antigos não era o suficiente. Eles queriam mais, algo que inovasse toda a série. E foi num ápice de "inovação" e nervosismo de perder o emprego que Shinji Mikami, criador de Resident Evil, criou Resident Evil 4. Totalmente inovador em jogabilidade, inimigos e estratégias de jogo. Vendeu muito mais do que os clássicos poderiam chegar. Mas aí vem a questão: toda essa inovação agradou os fãs?
Não! Não agradou nem um pouco aos fãs antigos. A "inovação" foi tanta que toda aquela essência do Survival Horror que fez todo aquele sucesso no passado sumiu.
RE4 trouxe um enredo totalmente diferente e um estilo novo, que eu costumo chamar de "clichê". Mas antes que me julguem dizendo que eu sou anti-RE4, quero dizer que estou apenas argumentando a respeito das mudanças que ocorreram na série.
Junto com RE4, obviomente vieram novos fãs, que gostaram do estilo inovador. Infelizmente o número desses novos fãs ficou maior do que os antigos, e eles acabaram se tornando, digamos, "fãs definitivos" da série. Nunca se perguntou por que seus sucessores estão tendo o mesmo "estilo inovador"?
Depois de anos de reclamações dos fãs antigos e da saída de Mikami da Capcom, a Capcom resolveu que, agora, os jogos terão esse "estilo inovador" em todos os seus sucessores, chegando até a falar que toda a série seria recomeçada. Temos novos títulos sendo produzidos, e pelo o que foi divulgado até então, não dá para prejulgar o que está por vir. Não vou dizer que essa decisão agradou ou decepcionou os fãs, porque ainda tem muito caminho pela frente. Mas de uma coisa temos certeza: Resident Evil nunca mais será o mesmo.
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